Ninguém sabe


Ninguém sabe da dor,

Ninguém sabe das lágrimas

Porque o sorriso voa feito pássaro,

A boca esconde a mágoa

E os dias entardecem iguais

Até que o espanto irrompe em caos

O ar recua amedrontado

A pele seca arrepiada e o momento

De soltar o grito se faz espada

E o que já foi tudo agora é nada

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